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 Suzannah Webbster - Estudante de Antropologia - Humana

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AutorMensagem
Suzannah Webbster
Humanos
Humanos
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Número de Mensagens : 21
Data de inscrição : 17/09/2008

MensagemAssunto: Suzannah Webbster - Estudante de Antropologia - Humana   Ter Set 23, 2008 12:25 am

Nome: Suzannah Webbster
Sexo: Feminino
Raça: Humano
Idade: 21
Origem: Oxfordshire, Inglaterra
Moradia: Alojamento para estudantes de Oxford.

Classe/Ocupação: 3° ano em antropologia e Pesquisadora.
Línguas: Inglês, Italiano e francês [Fluentemente] Grego e Latim [Estudando]

Aparência: Loira natural, olhos verdes, 1,68cm, pele clara e corpo esbelto. É relativamente bela. Suzannah possui algumas pequenas e quase imperceptíveis cicatrizes advindas de sua infância. Não obstante, não possui nenhuma cicatriz ou marca significante.

Personalidade:
Extremamente impulsiva, Suzannah já acabou entrando em varias confusões por conta de sua personalidade explosiva. No entanto, é bastante dócil, gentil e, principalmente, animada. Odeia que lhe julguem pela aparência ou pela cor dos cabeços. Gosta de mostrar para as pessoas que ela não é apenas um rostinho bonito e de aparência frágil. Faz-se notar que possui talento, coragem e, principalmente, inteligência. É, também, assaz observadora.


Habilidades:
Suzannah tem facilidade em aprender o que quer que alguém a esteja ensinando. Além disso, é inteligente e tem a habilidade de notar tudo o que acontece a sua volta. Domina a Ioga e é bastante aventureira, o que faz com que ela tenha seus músculos sempre cheios de vigor.

Pontos Fracos:
As vezes acaba se prejudicando por confiar muito nos “amigos”. Quando se apega à uma pessoa, confia muito nela. Isso acaba sendo algo que lhe decepcione. Também é muito impetuosa.

Positivos:
Sedutora (mesmo que inconscientemente), Sentidos aguçados, Sono leve. (3 pontos)

Negativos: Impulsiva e explosiva. Não agüenta ficar calada quando discorda ou tem algo a dizer.


História:
Eu, Suzannah Webbster, nasci em uma pequena cidade do condado de Oxfordshire, Inglaterra. Quando nasci, os visinhos fizeram fila para observar a pequenina e bonita criança de cabelos cor-de-ouro que havia chegado, trazida pela cegonha.
Bem, pelo menos foi isso que John e Elizabeth Webbster, meus pais, me fizeram acreditar por uns bons anos. Além de curiosa e impulsiva, eu era uma criança aventureira e, segundo minha mãe, extremamente impetuosa. Estava sempre subindo em muros ou correndo por aí. Fazia excessivas perguntas [ok, talvez mais do que o normal] e eles acabaram por me contar que as cegonhas não traziam os bebês e sim as mamães, que tinham uma varinha de condão e faziam com que as crianças aparecessem do...nada. E, novamente, eu acreditei nisso por um tempo.
Só que, velha o bastante para saber que não existem cegonhas e nem varinhas de condão, eu também percebi que as mentiras de meus pais não terminavam ali.

Eu, muitas vezes, escutei os soluços fragilizados de minha mãe pela noite. Ou, outras vezes, a ouvia gritar quando meu pai a agredia fisicamente.
Lembro que passei muitas noites em claro acompanhando o sofrimento de minha mãe do quarto ao lado. No dia seguinte, eu só podia ver as escoriações e marcas roxas espalhadas por toda a extensão de seu corpo bonito.

Desde muito nova [cedo demais, devo acrescentar], eu aprendi que nem tudo era um mar de rosas. Aprendi que toda a doçura de meu pai não passava de fingimento. E os sorrisos contínuos que apareciam no rosto de minha mãe não tocavam seus olhos. Eu soube que aquele casamento era uma farsa.
No entanto, meu pai nunca ousou tocar em mim. Tudo o que presenciei em casa acabou atingindo o meu subconsciente. Quando eu corria de casa, debaixo de chuva ou sol, para ir até a escola, eu me sentia livre e desimpedida. Certa vez, na adolescência, eu cheguei a passar a noite fora de casa, pois sabia que, quando chegasse lá, meus pais estariam brigando; se machucando como sempre. Naquele dia, quando voltei para lá, meu pai, pela primeira vez
na vida, usou violência física comigo. Eu fiquei tão chocada que chorei como nunca. No entando, quando aquilo se repetiu, eu o encarei de frente, pronta e com coragem o bastante para o que quer que ele fizesse. Meu pai não era mais o gentil e agradável homem. Ele fedia a álcool e fumo. Eu o odiei daquele momento em diante.
Apesar de dar-me tudo o que eu sempre precisei, ele não passava de um homem nojento; que me dava nojo. Eu não via a hora de completar meus dezoito anos e ir embora dali; embora temesse por minha mãe.

Minha adolescência foi saudável, apesar de tudo. Aprendi a enfrentar meu pai, cara-a-cara. Apesar de que sempre perdia nas brigas [afinal, ele era mais forte que eu], eu nunca baixei a cabeça e chorei. Na escola, eu, por diversos motivos, estava sempre rodeada por muitas pessoas e tive alguns namorados. Eu sempre tive muitos amigos. Apesar de popular, minha curiosidade nunca se atenuou. Sempre fui bastante estudiosa e frequentemente elogiada pelos melhores professores da cidade. Não deixei que o clima horrível de minha casa atingisse minha personalidade. Sempre tratei as pessoas com o máximo de gentileza possível, sendo prestativa e leal; coisa que eu sabia que meu pai jamais seria.
Quando finalmente cheguei a idade adulta, me mudei para a cidade de Oxford. Eu não via a hora de realizar meu sonho e ir estudar na Universidade de Oxford. Contudo, antes de ir, fiz um rebuliço em casa. Denunciei meu pai por violência contra a mulher e no lar. Ele foi devidamente preso e minha mãe, finalmente, se viu realmente liberta das maldades dele.
Feito isso, me mudei para Oxford, com a finalidade de cursar Antropologia. Eu sempre fui apaixonada por historia e comportamentos. Seria uma experiência ótima.
E assim foi. Fui aceita, com louvor, na Universidade. No começo fui vitima dos mais diversos “preconceitos”. Ninguém colocou fé em minha aparência [cabelos loiros e restinho relativamente atraente]. Mergulhei intensamente em meus estudos e mostrei que possuía talento de sobra. Até mais do que muitos alunos egocêntricos que lá estudavam.
Atualmente estou no 3° ano da faculdade de antropologia. Não costumo falar do meu passado ou infância. Me correspondo por cartas e e-mails com minha mãe, porém, raramente a vejo. Não obstante, gosto do que faço, faço com afinco e prezo pela profissionalidade que me é futura.


Equipamento:
Além de seus inumeros jeans, casacos e roupa de algodão, Suzannah anda sempre preparada para o dia a dia com Kit feminino de "emergencia" e Higienização. Se mantem preparada, também, para excurssões da Univerdade [seja para estudar civilizações ou costumes em lugares ingremes ou de dificil acesso, coisa que sempre acaba fazendo] leva todos os obejtos que acha que lhe ajudarão a ter melhor acesso a qualquer lugar, como botas, luvas, cordas, lanternas, bussola... etc.

Status de Luta:
Mira: 8
Habilidade: 10
Destreza: 14

Atributos

Con:12
Fr: 7
Agi: 10
Int: 17
Will: 9
Car: 14
Per: 11
Pv’s: 100




Citação :
Termo de Responsabilidade:

Eu Dahiane, concordo que este fórum pode conter relatos que contenham violência, sexo, contos que envolvam terror, morte, sendo assim concordo que minha personagem Suzannah Webbster está de acordo co mas regras, e que também meu personagem pode vir a se ferir e machucar, de acordo com suas ações e aventuras propostas pelo mestre em questão. Sendo assim eu Dahiane concordo que o não cumprimento ou exceder das regras e após 3 advertências da administração serei julgado pela supre
corte do Clã das Sombras, podendo ser até esmo expulso do RPG em questão acarretando a doação ou morte do meu personagem.
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Data de inscrição : 07/09/2008

MensagemAssunto: Re: Suzannah Webbster - Estudante de Antropologia - Humana   Qua Out 01, 2008 3:26 am

bem vinda^^

_________________
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Suzannah Webbster - Estudante de Antropologia - Humana
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